Cinema no Pub estreia mostra de curtas potiguares no Bud’s
Natal, RN 26 de mai 2024

Cinema no Pub estreia mostra de curtas potiguares no Bud’s

18 de dezembro de 2019
Cinema no Pub estreia mostra de curtas potiguares no Bud’s

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Troque o refrigerante pela cerveja artesanal, a pipoca por outra opção de tira-gosto e a poltrona pela mesa de bar. Substitua também o palco por um telão. Se não for pedir demais, o papo também pode dar lugar ao silêncio. Estranho ? Nem tanto. Essa é a nova proposta do Bud’s Pub, que abre a Casa nesta quarta-feira (18), a partir das 19h, para uma mostra da produção audiovisual do Rio Grande do Norte. A entrada custa R$ 5.

A programação de estreia vai exibir cinco filmes de curta-metragem da nova safra potiguar: Leningrado, linha 41 (Dênia Cruz), Codinome Breno (Manoel Batista), Vivi (Catarina Doolan e Júlio Castro), Verde Limão (Henrique Arruda) e L’evasion (Rômulo Sckaff).

A ideia é que o Bud’s Pub abra uma vez por mês para o cinema. De acordo com uma das curadoras da mostra, a jornalista e cineasta Dênia Cruz, o evento não deve ficar restrito somente à produção do Rio Grande do Norte.

- É um uma vez por mês. O projeto é realmente criar um espaço alternativo para a discussão de filmes, não só potiguares. Queremos trazer filmes nacionais também. Mas a intenção é ser uma vez por mês cinema no Pub”, explicou.

Confira as sinopses dos filmes:

LENINGRADO, LINHA 41 (Dênia Cruz)

Na madrugada da sexta-feira santa de 2004 inicia-se uma ocupação. Cerca de 120 famílias armam seus barracos e começam a luta pelo direito à moradia. Surge o assentamento Leningrado em Natal, uma alusão a cidade soviética sitiada em 1941 durante a Segunda Guerra Mundial. Ambos lugares de resistência e dignidade. Após anos de existência Leningrado ainda não tem serviços básicos como escola, saúde, segurança e lazer. Sua única ligação com a cidade é a linha 41, que precisa ser ampliada. Leningrado, linha 41 uma história de luta por direitos humanos.

CODINOME BRENO (Manoel Batista)

A memória possui gavetas que escondem partes do nosso passado, mas o medo e a saudade nos impedem de acessá-las. Para reconstruir o mosaico de memórias familiares, Manoel busca através da origem do nome de seu irmão, dos objetos de família e dos relatos dos amigos mais próximos as peças que faltam nesse quebra-cabeça. A busca por esse nome termina por descortinar passagens da ditadura militar no Brasil.

VIVI (Catarina Doolan e Júlio Castro)

Em meio a tentativas frustradas de tirar a própria vida, Vivi encontra um motivo para continuar vivendo.

VERDE LIMÃO (Henrique Arruda)

Prestes a entrar no palco pela última vez uma veterana drag queen revisita todas as cicatrizes que formam seu carnaval.

L´EVASION (Rômulo Sckaff)

L`evasion mostra um roteirista que começa a se sentir perseguido, acontecem coisas estranhas com ele, a ficção e a realidade começa se fundir. Através de uma homenagem a diversos filmes em especial pelas escolas de filmes noir e expressionismo alemão, as imagens começam a aparecer.

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