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Com 1% de reserva técnica, Governadora Fátima Bezerra (PT) pede ao Ministério da Saúde envio de novas doses da Coronavac

Para evitar maior atraso no cronograma de imunização das pessoas que já receberam a 1ª dose da Coronavac no Rio Grande do Norte, a governadora do Estado, Fátima Bezerra (PT), entrou em contato com o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para que mais doses da Coronavac sejam enviadas ao estado. O assunto será tratado com a coordenadora do Plano Nacional de Imunização e um retorno deve ser dado ainda nesta segunda.

Natal e Mossoró, que aplicaram todo o estoque da Coronavac e não reservaram a 2ª dose, já receberam repasses da reserva técnica da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap), reserva que é obrigatória e definida pelo Plano Nacional de Imunização (PNI). De acordo com a Governadora, não será possível novos repasses da reserva técnica porque o estoque da Sesap está em apenas 1%.

“O que cabe ao governo do estado tem sido feito, que é distribuir as vacinas em menos de 24 horas, assim que elas são recebidas. É preciso seguir rigorosamente o que está previsto no Plano Nacional de Imunização, o Ministério da Saúde pediu que eu reforçasse esse apelo aos municípios. Segundo o levantamento da Sesap, nós temos apenas cerca de 1% da reserva”, alertou Fátima Bezerra.

De acordo com dados apresentados pela Sesap, das 19.461 doses iniciais que faziam parte da reserva técnica, restaram 9.461 doses. As demais foram redistribuídas entre Natal (recebeu 2.890 doses), Mossoró (recebeu 890 doses) e demais municípios ainda no sábado (24) pela manhã. O Ministério da Saúde prevê a reserva de 5% das doses totais recebidas pelo estado para o caso de alguma emergência, mas atualmente o RN tem apenas 1% das 895. 490 doses que chegaram por aqui.

Fátima Bezerra ainda pediu ao ministro da Saúde celeridade na liberação da vacina russa Sputinik. Por meio de uma articulação do fórum dos governadores, foi realizada negociação e havia uma expectativa de que, no mês de abril, dois milhões de doses fossem enviadas ao Brasil, o que não aconteceu por falta de liberação para importação por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A governadora Fátima Bezerra aguarda uma resposta do ministro Marcelo Queiroga ainda na tarde desta segunda.

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