Ana Morena: Os Festivais de Música precisam voltar de forma segura e aliados à Ciência
Natal, RN 25 de jun 2024

Ana Morena: Os Festivais de Música precisam voltar de forma segura e aliados à Ciência

26 de junho de 2021
Ana Morena: Os Festivais de Música precisam voltar de forma segura e aliados à Ciência

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“A gente precisa voltar de forma segura, numa construção e retomada aliada da ciência, sendo protagonizada pela ciência e pelas pessoas que nos assessoram”. O compromisso foi assumido pela produtora cultural, curadora e musicista potiguar Ana Morena, mulher Nordestina, negra, sócia e idealizadora do Combo Cultural DoSol, que em 2021 completa 20 anos, e que assume a presidência da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN) num contexto difícil, nunca antes vivido pelo Brasil.

Enquanto a vacinação segue a lentos passos, Morena tem o desafio de discutir a busca por manter os festivais de música vivos. Em entrevista à edição do Balbúrdia desta sexta-feira, 25, ela falou como o setor, uma das atividades culturais mais afetadas pela pandemia, está se organizando para construir caminhos pela sobrevivência. A preocupação com os festivais envolve projetos de desenvolvimento cultural e a vida daqueles que constroem o Brasil com música, arte e economia criativa.

Na avaliação de Ana Morena, os impactos causados pela Covid-19 na cadeia produtiva da cultura trouxeram também a necessidade de retomada dos trabalhos da ABRAFIN, que existe desde 2005, e de equilíbrio de representatividade e ação.

“A gente construiu uma diretoria absolutamente gigante, são 26 pessoas, para conduzir uma entidade que tem mais de 100 festivais filiados, de todos os tamanhos, de todas, as regiões, de todos os estilos”, disse.

A expectativa da gestão que teve início em maio, é de “trabalhar para fortalecer as políticas públicas que a gente precisa , ainda mais para a gente conseguir retomar os festivais”.

Para Ana, a Lei Aldir Blanc “foi uma coisa absolutamente fundamental” e precisa “que seja um fundo fixo”. Entre outros aspectos, destaca a democratização dessa política emergencial, que permitiu a realização de projetos que não são midiáticos, portanto encontram dificuldades de entrada através de leis de incentivo à cultura.

Confira entrevista na íntegra.

https://www.youtube.com/watch?v=qncqTJzK2K4
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