TRANSPARÊNCIA

Reportagem mostra praias que ficaram sem controle de balneabilidade e as que estão ruins para banho no RN

Com a pandemia e, no caso do Rio Grande do Norte, com o fim de um contrato de pesquisa, muitas praias ficaram sem controle de balneabilidade desde o ano passado. Na falta de um monitoramento coordenado de forma nacional, a Folha de S. Paulo coletou os dados sobre todas as praias brasileiras junto a órgãos ambientais de 14 estados litorâneos e publicou na terça-feira (21) a situação de 2016 a 2021.

No Rio Grande do Norte, o Idema (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte) retomou a medição em novembro após uma pausa de nove meses. O último boletim completo foi o de 23 de março. As coletas já foram iniciadas, mas o boletim com a primeira classificação (feita a partir da análise de cinco semanas) ainda será publicado.

O Idema firmou contrato com a Funcern (Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN), em parceria com o IFRN para fazer a análise microbiológica dos sedimentos nas praias.

Ainda de acordo com informações enviadas à Folha, o grupo coleta amostras em 33 pontos na Grande Natal durante todo o ano, entre Nísia Floresta e Extremoz. Em outras praias, a coleta ocorrerá de dezembro a fevereiro. O contrato, assinado em novembro, é válido por 12 meses, com possibilidade de prorrogação, e custará R$ 385 mil ao estado.

Outros estados do Nordeste, como Maranhão, Ceará e Alagoas, também pararam as medições em março e ainda não retomaram.

Confira a situação das praias potiguares:

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