Quatro anos depois, assassinato de Marielle chega ao quinto delegado e investigação segue sem apontar mandante
Natal, RN 24 de jul 2024

Quatro anos depois, assassinato de Marielle chega ao quinto delegado e investigação segue sem apontar mandante

6 de fevereiro de 2022
2min
Quatro anos depois, assassinato de Marielle chega ao quinto delegado e investigação segue sem apontar mandante

Ajude o Portal Saiba Mais a continuar produzindo jornalismo independente! Apoie com qualquer valor e faça parte dessa iniciativa.

Quero Apoiar

A pouco mais de um mês de se completarem quatro anos da morte da vereadora Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, a investigação do caso muda novamente de mãos. Nesta semana, a Polícia Civil do Rio de Janeiro anunciou o nome de outro delegado responsável, o quinto, Alexandre Hardy. Titular da 10ª DP (Botafogo, na zona sul), ele vai substituir Edson Henrique Damasceno como titular da Delegacia de Homicídios da capital.

“O Comitê Justiça Por Marielle vê com preocupação mais uma troca na investigação do caso, continuaremos acompanhando e pressionando por justiça e responsabilização dos culpados”, afirmou, em rede social, o Instituto Marielle Franco. A entidade lembra ainda que, nos últimos dias, houve uma terceira ameaça de morte contra a vereadora trans Benny Briolly, de Niterói. “Dessa vez, o e-mail além das ameaça à Benny cita o assassinato da Marielle Franco, que segue sem respostas”, alerta o instituto.

Marielle e Anderson foram executados na noite de 14 de março de 2018, no bairro do Estácio, região central do Rio, após participação em um evento. Um ano depois, a polícia prendeu o PM reformado Ronnie Lessa e o ex-policial Élcio de Queiroz, que seriam os autores do crime. Eles estão presos, aguardando júri popular. Mas ainda não se sabe quem mandou matar a vereadora.

O Instituto Marielle Franco também se manifestou sobre a morte do congolês Moïse Kabagambe, em 24 de janeiro. “Esse ato brutal não manifesta somente racismo estrutural da sociedade brasileira, mas também a XENOFOBIA em sua pior forma”, afirma, cobrando justiça.

Fonte: Rede Brasil Atual

Apoiar Saiba Mais

Pra quem deseja ajudar a fortalecer o debate público

QR Code

Ajude-nos a continuar produzindo jornalismo independente! Apoie com qualquer valor e faça parte dessa iniciativa.

Quero Apoiar

Este site utiliza cookies e solicita seus dados pessoais para melhorar sua experiência de navegação.