CIDADANIA

PSOL tem terceira pré-candidatura ao Senado lançada em uma semana e gera especulação sobre crise no partido

No PSOL potiguar pode faltar muita coisa, mas não pré-candidatos ao Senado. Em uma semana nada menos que três pré-candidaturas a senador foram lançadas para serem debatidas no partido para decisão definitiva na conferência que será realizada em maio.

Na noite da segunda-feira, 18, o servidor público Gláucio Tavares lançou pelas redes sociais e em nota pública a sua pré-candidatura ao cargo de senador. No final de semana, Freitas Júnior, recém filiado ao PSOL, vindo da Rede Sustentabilidade, por onde foi candidato à Prefeitura de Natal em 2016 e ao Governo do Estado em 218, também lançou pré-candidatura ao mesmo cargo.

E na quarta-feira, 13, o vereador em Natal pela sigla, professor Robério Paulino, havia lançado a sua pré-candidatura ao Senado em evento que teve participação virtual do pré-candidato a presidente pela sigla, deputado federal Gláuber Braga. Entre jornalistas políticos, a impressão é que o partido não “fechou” com a pré-candidatura de Robério, diante de outras pré-candidaturas rapidamente lançadas.

CANDIDATURA SOCIALISTA

Na nota pública, Gláucio se apresenta como morador de Ceará-Mirim, na Grande Natal, militante do PSOL desde setembro de 2017, servidor efetivo do TJRN, graduado em Farmácia pela UFRN, em Direito pela UERN e pós-graduado em Direito Penal e Direito Tributário. “Em 2018, fui candidato a deputado federal pelo PSOL, tendo uma campanha vitoriosa, apesar da modesta estrutura e defender uma candidatura socialista no ápice do bolsonarismo. Mantive hasteada a bandeira da esquerda também na campanha suplementar a prefeito de Ceará-Mirim em 2019. Além disso, tenho mantido uma campanha diária nas redes sociais contra o fascismo e o bolsonarismo”, escreveu.

Gláucio, assim como Robério e Freitas, deve investir na sensação de que a candidatura do PSOL será a única genuinamente de esquerda. “Quero abordar pontos sensíveis no debate eleitoral em face dos outros postulantes ao cargo de senador, notadamente Carlos Eduardo, um bolsonarista arrependido, e Rogério Marinho, que o intitulo de coveiro dos direitos dos trabalhadores e aposentados.

Na campanha ao Senado é imprescindível esclarecer o enorme prejuízo que os trabalhadores e o povo em geral tiveram com a Emenda Constitucional 95 do Teto dos Gastos Públicos, da Reforma Trabalhista, da Reforma da Previdência”, assinalou.

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