DEMOCRACIA

Codevasf: Rogério silencia sobre denúncia de contrato de R$ 61 milhões com diarista de 21 anos

Diante das denúncias apresentadas pelo jornal O Globo de risco de superfaturamento no contrato de R$ 61,7 milhões firmado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) com diarista de 21 anos, o candidato a senador do Rio Grande do Norte, Rogério Marinho, preferiu o silêncio.

A compra de tratores à uma empresa fundada há apenas dois anos: a Imperiogn Comércio de Máquinas Equipamentos e Serviços, aconteceu sob o comando do potiguar quando estava à frente do Ministério do Desenvolvimento Regional. A Controladoria-geral da União (CGU) identificou risco de superfaturamento de R$ 11,8 milhões no negócio firmado pela estatal.

A reportagem do jornal O Globo aponta, ainda, que a empresa da jovem concorreu em 49 licitações do governo federal e fechou contrato com os ministérios da Defesa, Saúde, Educação e do Desenvolvimento Regional, ao qual a Codevasf é vinculada. A estatal foi comandada pelo potiguar Rogério Marinho (PL) até março deste ano, quando o ex-ministro deixou o cargo para concorrer às eleições.

Em suas redes sociais, o ex-ministro de Bolsonaro não faz menção ao parecer da CGU e às denúncias de O Globo. A denúncia também não ganhou repercussão em parte da imprensa potiguar, principalmente entre os blogs que apoiam a candidatura de Rogério ao Senado.

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