Dirigentes nacionais de sindicatos participam de ato em Natal para apoiar candidaturas de Fátima e Carlos Eduardo
Natal, RN 16 de jul 2024

Dirigentes nacionais de sindicatos participam de ato em Natal para apoiar candidaturas de Fátima e Carlos Eduardo

8 de setembro de 2022
4min
Dirigentes nacionais de sindicatos participam de ato em Natal para apoiar candidaturas de Fátima e Carlos Eduardo

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Representantes das principais centrais sindicais do Brasil compareceram a ato no comitê de campanha de Lula e Fátima em Natal, a Casa 13, nesta quinta-feira (8). O objetivo foi reafirmar o apoio às candidaturas de Fátima (PT) governadora e Carlos Eduardo (PDT) senador. O evento contou com a participação de sindicatos locais e candidatos.

O presidente nacional da Força Sindical e presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Miguel Torres, disse que as centrais têm que agradecer à governadora potiguar, especialmente pelo cuidado durante a pandemia. Também falou da relevância em trabalhar as campanhas estaduais. “Não adianta só eleger o companheiro Lula e ele ficar isolado. Vamos fazer a maior bancada de governadores pró-democracia. Só a luta faz a lei”, conclamou Torres.

Já o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sergio Nobre, chamou o povo a dialogar com aqueles que procuram terceira via: “não tem”. E destacou a confiança em Carlos Eduardo para derrotar Rogério Marinho (PL). “A classe trabalhadora vai recuperar os direitos que ele retirou com a reforma”.

O grupo entregou documento com a pauta da classe trabalhadora para 2022, construída durante a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat). Também houve entrega de carta produzida pelos sindicatos do município de Mossoró.

“No centro desse documento está a valorização do trabalho. Quando compararem com o que já realizou a governadora Fátima Bezerra, vai ficar fácil indentificar porque estamos aqui apoiando Fátima e Carlos”, disse o secretário de Relações Institucionais da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Divanilton Pereira.

A mesa do evento contou ainda com o secretário de Relações Institucionais da Força Sindical, Geraldino Santos; o vice-presidente da Força Sindical, Sérgio Luiz e a presidenta estadual da CUT licenciada, Eliane Bandeira (PT).

“Fico muito à vontade de receber esses documentos porque dialogam com o projeto de desenvolvimento sustentável em curso no Rio Grande do Norte. Tem muitas pautas aqui que passarão pelo debate do plano nacional, como por exemplo a geração de emprego. O Brasil precisa retomar o crescimento da economia. Eu fico muito feliz quando vejo o presidente Lula reafirmar o compromisso dele com a retomada da política de valorização do salário mínimo”, destacou a governadora candidata à reeleição, lembrando da situação precária em que encontrou as finanças do Rio Grande do Norte quando assumiu o governo.

“Pegamos o estado destruído. Não teve nenhum gestor em 2019 que, ao assumir, pegou o estado sem calendário de pagamento e com quatro folhas atrasadas. Por isso fui muito criteriosa ao montar a equipe. E vou ser mais ainda no segundo mandato”, assegurou enumerando uma série de ações de sua gestão.

Carlos Eduardo lembrou que as políticas públicas começam a ser delineadas com o voto dos cidadãos e que é essencial eleger parlamentares alinhados com o projeto nacional que se deseja.

“O voto é muito importante, tem poder, tem consequências. Sabemos que é com o voto que se faz educação, saúde, agricultura, política de geração de emprego e renda, cultura. E a linha está bastante demarcada com toda nitidez, é preciso que votemos todos no Executivo, mas fazer com que tenha apoio no legislativo, sobretudo nessa quadra nacional, quando vemos que fisiologismo tomou conta do Congresso Nacional”, destacou.

Carlos Eduardo criticou o orçamento secreto, que, na opinião dele, serve para comprar o voto do eleitor. “Temos um governo que transferiu o orçamento para o congresso. Nosso primeiro compromisso no Senado vai ser eliminar o orçamento secreto. Não conhecemos quem apresenta a emenda, o valor e o objeto. Nós, a sociedade brasileira, não sabemos pra onde vai o seu dinheiro”.

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