Mais 90 agentes da Força Nacional reforçarão segurança em presídios do RN
Natal, RN 2 de mar 2024

Mais 90 agentes da Força Nacional reforçarão segurança em presídios do RN

16 de março de 2023
2min
Mais 90 agentes da Força Nacional reforçarão segurança em presídios do RN

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Os presídios do Rio Grande do Norte terão segurança reforçada por 90 agentes da Força Nacional de Segurança. O anúncio foi feito na noite desta quinta-feira (16) pelo titular da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), Helton Edi Xavier da Silva, e pelo secretário nacional de Políticas Penais, Rafael Velasco, que chegou a Natal junto com as tropas.

“É uma cooperação do Estado e da União para que haja tranquilidade na execução das atividades rotineiras das unidades prisionais para que nesse momento delicado possa continuar havendo todas as políticas de atendimento”, declarou Velasco, acrescentando que a visita ao RN é também para alinhar políticas nacionais, como de ensino, trabalho e fiscalização no sistema prisional, inclusive com instalação de câmeras corporais em policiais penais durante o expediente.

Secretário nacional de Políticas Penais, Rafael Velasco:

De acordo com o secretário da Seap, a situação interna dos presídios é estável. “Os presídios já estavam em pleno controle. Estamos e iremos manter controle”, comentou. “Dentro de um momento excepcional como nós estamos vivendo, quanto mais ajuda, melhor. De forma objetiva, a Força não vai ajudar só com a questão da Segurança. Serve também pra que a gente possa folgar o nosso efetivo pra que as atividades internas possam continuar”.

Secretário de Estado da Administração Penitenciária, Helton Edi Xavier da Silva:

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), havia solicitado na manhã desta quinta o envio de mais agentes para reforçar o combate aos ataques que vêm sendo registrados no estado desde a madrugada da terça-feira (14). Cerca de 100 agentes enviados pelo Ministério da Justiça já atuam pelo estado.

As forças de Segurança e o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) apuram as motivações dos ataques. Protesto de esposas de detentos tornou pública a insatisfação generalizada com o sistema, incluindo a ausência de visitas íntimas, suspensas desde o massacre de Alcaçuz, em 2017.

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