Por reajuste, professores protestam na Prefeitura de Natal
Natal, RN 27 de mai 2024

Por reajuste, professores protestam na Prefeitura de Natal

10 de abril de 2024
1min
Por reajuste, professores protestam na Prefeitura de Natal
Foto: Lenilton Lima/Sinte-RN

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Os professores da rede pública municipal de Natal organizam um ato desde a manhã desta quarta-feira (10) em frente à Prefeitura. Os docentes reivindicam pautas como valorização profissional e o reajuste de 3,62% do piso do magistério, hora-aula e melhoria na estrutura física das escolas. Porém, têm levado um “chá de cadeira” ao tentar se reunir com o Executivo natalense.

O ato iniciou às 9h e, até o fim da manhã, os educadores ainda não tinham conseguido nenhuma reunião com o prefeito Álvaro Dias (Republicanos) ou algum representante da Prefeitura.

“Nós estamos nesse momento na Prefeitura de Natal aguardando uma resposta da Prefeitura em relação à audiência para tratar da nossa pauta, a pauta da educação, os 3,62%, a realização de concurso público, a discussão sobre a carga horária dos professores e das alterações que foram feitas no plano de carreira”, disse o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte), Bruno Vital.

“Nós encontramos o chefe de gabinete do prefeito aqui na chegada na Prefeitura, porém no momento que nossa comissão entrou, ele já tinha se retirado da Prefeitura. E nós estamos no aguardo que ele retorne para poder negociar com a categoria. Nós estamos aqui esperando essa resposta e no horário que ele tiver disposição de vir nos receber nós estaremos aqui no aguardo. Se for agora pela manhã, ao meio-dia, à tarde ou à noite, a gente vai ficar aqui no aguardo de uma resolução para essa discussão. Então a gente espera que o chefe de gabinete do prefeito possa retornar e nos dar uma resposta”, pediu o professor.

Segundo Vital, a categoria não pode ficar mais apenas aguardando respostas e ligações, “porque essa tem sido a promessa e essa promessa não tem sido cumprida”.

Já Fátima Cardoso, também coordenadora do Sinte, reclamou da “antidemocracia” na Prefeitura e disse que os educadores não tiveram acesso sequer ao saguão do prédio.

“Mas tem uma comissão que subiu e essa comissão vai resistir, vai ficar até o momento em que o prefeito se digne a nos receber ou mandar alguém de sua representatividade para conversar com a comissão”, avisou.

“Infelizmente, a gente precisa dizer à população o quão maltratado nós somos pela prefeitura, ignorados, porque o que nós estamos reivindicando é uma atualização salarial de 3,62%, não é nem 4%, e o prefeito tem se negado a fazer isso”, reclamou.

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