Carolina Villaça

Quanto vale seu voto?

A jornalista Carolina Villaça escreve sobre a relação do pai com a política eleitoral e analisa o papel da sociedade diante da possibilidade de escolher seus representantes através do voto

A menina que parou a cidade ao nascer

A jornalista Carolina Villaça escreve sobre o nascimento de Marina, a menina que nasceu independência e com gosto amora nos primeiros minutos de 7 de setembro

Das culpas que cá rego…

A jornalista Carolina Villaça volta a abrir o baú de memórias e resgata uma daquelas culpas que a gente imagina ter deixado para trás, mas que vira e mexe reaparecem enquanto remexemos o passado

Ainda é cedo amor…

“O mundo é um moinho” conta uma história de proteção e amor que é de muitas pessoas. Aqui, a jornalista Carolina Villaça traz também o seu relato embalado por Cartola.

O vírus da humanidade

A jornalista Carolina Villaça é dessas pessoas que acreditam e defendem que a humanidade tem salvação. As provas ela coleta e espalha no dia-a-dia da correria do trabalho, em diálogos com a filha adolescente ou numa viagem de metrô, em Brasília

“O terceiro me chegou como quem chega do nada”

A jornalista Carolina Vilaça escreve sobre as experiências recentes de ser cortejada, de formas distintas, em tempos difíceis para o amor. É mais uma daquelas crônicas com humor e essencialmente humanas.

Dizem que sou louco

A jornalista Carolina Villaça narra o encontro com Alexandre, um morador de rua que se identificou como portador da síndrome de Asperg. Uma aproximação capaz de mostrar o quão distantes somos de nós mesmos

Andar a pé is the new black

A jornalista Carollina Vilaça escreve hoje mais uma daquelas crônicas com cheiro de vida sobre os prazeres de andar a pé numa cidade projetada para automóveis.

5 contos ?

A jornalista Carolina Vilaça desce na estação das margaridas para narrar mais uma história cheia de detalhes e lirismo pelo metrô de Brasília

A voz do mundo é a do GPS

A jornalista Carolina Vilaça escreve sobre uma experiência cada vez mais comum em tempos de aplicativos de celular: o GPS. Quem nunca se perdeu naquela voz sensual a caminho de algum destino que atire a primeira pedra.

Quando a vida pede passagem

Tentei, afinal, lhe garantir, com um sorriso, que tudo ficaria bem. Metade da boca tentou retribuir, mas o resto dela ainda era dor. Agradeceu, mesmo assim (o que eu deveria ter feito, na verdade). Disse que o filho estava a caminho. Me despedi, porque minha vida me esperava também.