Cellina Muniz

Entre a realidade e a ficção

Conhece o romance “Causos da Comarca de São Barnabé” ? O juiz do Tribunal de Justiça do Paraná Rafael Rabaldo Bottan leu, não gostou e vestiu a carapuça. A pesquisadora, escritora e professora da UFRN Cellina Muniz escreve sobre a treta

Academia de Letras, para quê ?

A pesquisadora, professora e escritora Cellina Muniz defende a candidatura da jornalista e escritora Josimey Costa para a Academia Norte-riograndense de Letras

Um baú de turco

A pesquisadora, professora e escritora Celina Muniz escreve sobre a reedição de Bahú de Turco, de Sá-Poty, pseudônimo do jornalista e escritor Pedro Lopes Júnior

Um tapa na cara do “engraçadinho”

Qual o limite do humor ? A pesquisadora, escritora e professora Cellina Muniz traz o debate à luz dos nossos dias

Nós, mulheres: bruxas

A escritora, pesquisadora e professora da UFRN Cellina Muniz resgata o livro “A história da bruxaria” para lembrar que a resistência das mulheres vem de longe e hoje é uma questão de dívida história e dignidade humana

Um riso zen ?

A pesquisadora, escritora e professora da UFRN Cellina Muniz chama a atenção para o fato do riso, mesmo o inocente ou zen, estar atrelado a visões de mundo específicas.

Uma ode ao riso

“O senhor Honori-Atô desligou o aparelho de rádio, pegou o guarda-chuva e saiu, trancando a porta do cômodo que ocupava no pequeno prédio do centro da capital”. Leia o artigo da escritora, professora e pesquisadora Cellina Muniz

Quando rir é proibido

Parece piada, mas o ditador da Coreia do Norte proibiu a população local de rir por 11 dias. A escritora, pesquisadora e professora da UFRN Cellina Muniz comenta a decisão

Sobre o que está sob a sombra

A professora, pesquisadora e escritora Cellina Muniz escreve sobre o filme “O mistério de Henri Pick” e destaca a existência de autores que, sob as sombras do mercado editorial, buscam um lugar ao sol

Bom dia, loucura !

“Ele aí olhou diretamente para ela, que se pôs a lixar as unhas distraidamente”. Um conto de Cellina Muniz

O livro da Padaria Espiritual

Sebo Vermelho reedita ensaio crítico de 1938 que destaca movimento literário cearense marcado pela verve e o bom humor. A escritora, pesquisador e professora da UFRN Cellina Muniz saúda a iniciativa