Francisco Augusto

Francisco Augusto Cruz de Araújo é cientista social, professor universitário e especialista em Segurança Pública e Violência Urbana. Escreve aos sábados.

A guerra não tem rosto de mulher

O cientista social e professor do IFRN Francisco Augusto de Araújo escreve sobre o fantasma do silenciamento das mulheres nas guerras

Programa Renda Brasil: uma esmola do governo neoliberal

O professor e cientista social Francisco Augusto explica as diferenças entre assistencialismo e assistência social para mostrar porquê o programa renda Brasil do governo Bolsonaro nasce errado na origem

O fetiche da arma de fogo

O professor, cientista social e especialista em Segurança Pública Francisco Augusto Cruz escreve sobre a adoração de Jair Bolsonaro pelas armas de fogo

Moro, o pacote de leis anticrime e o populismo penal

A agência Saiba Mais convidou o professor, cientista social e especialista em Segurança Pública Francisco Augusto para avaliar o projeto de leis anticrime que o ministro da Justiça Sérgio Moro vai enviar para o Congresso. Confira a análise.

A Segurança Pública sob ataque

O professor e cientista social Francisco Augusto escreve sobre os erros de estratégia da Segurança Pública no Ceará, semelhantes aos já cometidos no Rio Grande do Norte

Encarceramento em massa e o mito da Justiça justa

O professor e cientista social Francisco Augusto defende uma revisão na legislação penal e uma reflexão sobre o encarceramento em massa. Para ele, quanto mais o Estado prende, mais fortalece os exércitos das facções criminosas que atuam dentro dos presídios

Da senzala à prisão contemporânea: um depósito de negros

O professor e cientista social Francisco Augusto compara o sistema penitenciário brasileiro às antigas senzalas do período colonial e defende a luta pela visibilidade, cidadania e garantia de direitos para os que, principalmente, nunca tiveram acesso a eles.

Direitos Humanos em tempos de desumanização

O professor e cientista social Francisco Augusto escreve sobre a violações diárias aos direitos humanos e ressalta que quem condena os Direitos Humanos não percebe que pode um dia, serem eles ,os únicos instrumentos de garantia das nossas vidas.