Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Edição: Cledivânia Pereira

PARTIDOS só
investem 2%
em candidaturas
LGTBQIA+ 

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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A organização #VoteLGBT divulgou um estudo que confirma a lentidão do Brasil no longo caminho de garantir espaço na representatividade política da população  LGBTQIA+

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Os dados mostram que, em cidades com até 500 mil habitantes, os partidos brasileiros investem apenas 2% do teto de gastos em candidaturas LGBTQIA+

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Municípios menores conseguem garantir uma porcentagem um pouco maior, de 6% 

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Segundo Evorah Cardoso, pesquisadora integrante do #VoteLGBT, os índices de investimento em candidaturas LGBTQIA+ são pequenos, mas representam determinado avanço

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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"Tivemos números recordes de candidaturas e de eleitos, mas todas essas vitórias estão sendo construídas em um contexto de muita luta”
Evorah Cardoso
Pesquisadora do #VoteLGBT

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Nas eleições de 2020, o movimento #VoteLGBT identificou 556 candidaturas LGBTQIA+. 97% delas foram eleitas, o que representa 17% do total 

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Em pesquisa com esse grupo, 49% dos entrevistados e entrevistadas relataram que já sofreram ataques por causa da orientação sexual

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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As agressões vieram de dentro do próprio partido em 26% dos casos. Mais de metade das vítimas procurou ajuda com as legendas, mas não houve nenhum tipo de ação em 56%  das situações

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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“O cenário da violência política está presente e continua nos mandatos eleitos, dentro dos partidos e das casas legislativas. Existimos, não seremos apagados e nosso lugar é em todo lugar", ressalta Evorah Cardoso

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Produção Webstories:
Cledivânia Pereira

Fotos: Unsplash e Divulgação  

saibamais.jor.br