Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Texto: Rafael Duarte
Edição: Cledivânia Pereira
Fotos: Arquivo família

Glênio Sá,
um potiguar
na guerrilha
do Araguaia

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Natural de Caraúbas (RN), Glênio Fernandes de Sá foi o único potiguar a lutar pelo restabelecimento da democracia no Brasil durante a Guerrilha do Araguaia

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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A Guerrilha do Araguaia foi inspirada nas experiências vitoriosas da revolução cubana e da revolução chinesa, realizadas nos anos 1960. Todos os guerrilheiros do Araguaia eram ligados ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB)

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Quando foi para o Araguaia, Glênio Sá era estudante secundarista no Ceará, filiado ao PCdoB e já tinha sido preso duas vezes durante atividades políticas de combate à ditadura

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Durante a Guerrilha, Glênio integrou o mesmo destacamento de figuras lendárias da ação revolucionária, entre eles Osvaldão, assassinado pelos militares durante o conflito. No mesmo grupo também estava José Genoíno, que após sair da cadeia ajudou a fundar o PT

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Glênio foi preso na segunda campanha de cerco e aniquilamento do Exército, em outubro de 1972, delatado numa emboscada montada por um camponês e por um comerciante da região, em meio a uma crise de malária

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Na cadeia, Glênio foi barbaramente torturado, mudou várias vezes da prisão e foi solto graças a um bilhete entregue à família dele, em Caraúbas, pela filha de um homem preso na cela ao lado do potiguar

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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A certeza de que Glênio estava vivo mobilizou a família do potiguar, que contratou advogados e, em 1972, conseguiu na Justiça o alvará de soltura

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Ao sair da prisão, Glênio Sá foi destacado para liderar a reconstrução do PCdoB no RN. Ele passou no vestibular da UFRN para Geologia e ajudou a organizar o Partido, especialmente no movimento estudantil universitário

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Mesmo em liberdade, Glênio continuou perseguido pelos militares, seja recebendo recados através da imprensa ou até por meio de bilhetes deixados no portão de casa

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Glênio Sá morreu dia 26 de julho de 1990 vítima de um acidente de carro mal explicado - entre  Jaçanã e Coronel Ezequiel. Além dele, morreu também o militante do PCdoB Alírio Guerra. A família nunca teve acesso ao inquérito policial

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Glênio deixou a mulher, Fátima Sá, e os filhos Gilson e Jana 

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Segundo documentos do SNI, Glênio foi eleito vereador em 1982, mas a Justiça Eleitoral nunca declarou sua vitória. Ele também foi candidato a deputado federal e morreu quando disputava uma cadeira no Senado

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Jana e Gilson produziram em 2021 o documentário “Não foi acidente: mataram meu pai” com vários elementos que colocam em xeque a versão oficial da morte do pai, comprovadamente perseguido pelo Estado brasileiro mesmo 10 anos após a lei da Anistia. O filme será lançado em 2022

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Produção WebStories: Cledivânia Pereira
Texto: Rafael Duarte
Fotos: Arquivo família
saibamais.jor.br