Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Edição: Cledivânia Pereira

PESQUISA DA UFRN ESTUDA RELAÇÃO ENTRE USO DE BICICLETA E PARKINSON

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Quando se pensa em Parkinson, as associações são muito comumente as dificuldades de locomoção e equilíbrio, tremores e rigidez muscular

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Por isso, pode surpreender o fato de uma atividade como o uso de bicicleta ser um grande fator de redução de diversos sintomas

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

É isso que estuda o projeto Por que gostamos de andar de bicicleta?, do Laboratório de Neurobiologia e Ritmicidade Biológica da UFRN e vencedor do prêmio Promovendo a Mobilidade por Bicicleta no Brasil

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

O cerne do projeto é investigar essas sensações e o funcionamento dessa atividade para pessoas com Parkinson

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Na neurobiologia, ações que estimulam a dopamina, neurotransmissor ligado à sensação de prazer e motivação, se enquadram nessa categoria de recompensa

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

"estamos analisando e mostrando evidências da ativação desse sistema de recompensa no ato de pedalar, que melhora os sintomas do Parkinson”, explica o pesquisador

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

John Araújo explica que, para pessoas que já sabiam andar de bicicleta antes do diagnóstico de Parkinson, a prática é possível sem impedimentos ou dificuldades, mesmo com a doença

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Já para quem não sabia, existe, mesmo assim, uma indicação do uso de bicicleta estacionária, que estimula a atividade cerebral de formas similares à prática em uma bicicleta móvel

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

“No ato de pedalar, faz com que as pessoas fiquem mais felizes ou, no caso do Parkinson, parem de sentir alguns sintomas”, ressalta

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

A longo prazo, a pesquisa busca mostrar à sociedade alternativas para a redução dos sintomas do Parkinson por meio da prática de pedalar 

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

O projeto planeja uma parceria para a construção de imagens tridimensionais de locais como as ciclovias da UFRN, Via Costeira ou a Rota do Sol para transformá-las em vídeos de realidade virtual

Click abaixo que a gente conta!

Quer saber mais sobre o RN?

Produção Webstories:
Cledivânia Pereira

Imagens:
Unsplash | Cedidas |
Cícero Oliveira – Agecom/UFRN

saibamais.jor.br