Texto e foto: Cledivânia Pereira

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   Por Cledivânia Pereira        

Ítalo Ferreira:
do isopor ao ouro
olímpico no Surfe

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Jogos Olímpicos 2021

Na madrugada do dia 27 de julho, o surfista potiguar Ítalo Ferreira fez história e conquistou a primeira medalha de ouro olímpica da categoria que estreava nos jogos. 

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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“Eu queria que minha avó estivesse viva para ver o que eu me tornei e consegui fazer, pelos meus pais e pelas pessoas que estão ao meu redor”


Ítalo Ferreira - Julho 2021

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Natural de Baía Formosa, distante 98,2 quilômetros de Natal, Ítalo se apaixonou pelo surfe graças à influência dos primos e dos amigos. 

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Sem estrutura para praticar o esporte, ele ia para o mar com tampas de caixas de isopor onde o pai armazenava peixes para revender.

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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No início dos anos 2000, foi descoberto por 'olheiro' do esporte - Luiz Pinga - que visitava a cidade. A partir daí, a carreira do potiguar não parou mais de crescer.

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Ítalo logo venceu duas etapas do Mundial Júnior em 2011, foi vice-campeão da categoria, ganhou o Campeonato Brasileiro e em 2014, e se classificou para integrar o WCT - a elite do circuito. 

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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Já na primeira temporada, em 2015, foi eleito novato do ano com um impressionante sétimo lugar. Após lesões nas temporadas de 2016 e 2017, ele se destaca em 2018 e vence três etapas do mundial. 

Texto e foto: Cledivânia Pereira

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A expectativa para ganhar o campeonato mundial cresceu, e veio ao circuito de Pipe Masters, no Havaí, em 2019. 

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Texto e foto: Cledivânia Pereira

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O potiguar se torna influência para os jovens de Baía Formosa.

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Produção Webstories: Cledivânia Pereira
Fotos: Reprodução Redes Sociais, WSL e COB 

saibamais.jor.br