Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Edição: Cledivânia Pereira

UFRN está na
maior pesquisa
sobre Alzheimer

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

A mais promissora pesquisa sobre Alzheimer já feita, envolve 20 países, mais de 120 instituições – entre centros de pesquisa, hospitais e universidades – e 386 pesquisadores. 

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Entre esses, um único brasileiro: o professor Marcos Costa, do Instituto do Cérebro da UFRN. Ele é graduado em Medicina, doutor em Fisiologia e é professor adjunto da UFRN desde 2009 e integra o Instituto do Cérebro

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Há três anos trabalha como professor visitante no Instituto Pasteur de Lille, na França, onde é o único brasileiro a integrar o grupo

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

O estudo é desenvolvido pelo consórcio European DNA bank for deciphering the missing heritability of Alzheimer’s disease (EADB), estabelecido em 2016, e culminou com a importante descoberta de genes associados à doença de Alzheimer

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Os avanços foram publicados no último mês de abril em artigo “Novas descobertas sobre a etiologia genética da doença de Alzheimer e demências relacionadas", na revista científica britânica Nature Genetics

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

A pesquisa ampliou de 33 para 75 os genes que estão ligados a um risco aumentado para o desenvolvimento da doença de Alzheimer.  Este não é o primeiro trabalho que o professor Marcos Costa assina com o grupo: já foram cinco artigos, dos quais em três ele figura como pesquisador principal

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Este é o maior estudo de risco genético para a doença até hoje, e analisou os genomas de milhares de pessoas com diagnóstico clínico de Alzheimer e comparou com genes de indivíduos cognitivamente saudáveis

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Os genomas foram fornecidos por clínicas em mais de 15 países membros da União Europeia, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Islândia, Nigéria, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

A partir deste banco, os pesquisadores criaram um “score de risco genético” que poderá contribuir no futuro para identificar indivíduos com maior susceptibilidade de desenvolver a doença

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Marcos Costa
Cientista e professora da UFRN

“A doença de Alzheimer é a principal causa de demência e tem um grande impacto na sociedade. A descoberta de genes associados com o aumento do risco de desenvolver a doença é um primeiro passo no sentido de entendermos a fisiopatologia da doença”

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Informações do portal Alzheimer ‘s Association – principal organização mundial de saúde voluntária para combate, suporte e pesquisa sobre a doença – estimam que 44 milhões de pessoas sofram com demência no mundo, sendo um milhão delas no Brasil

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

O sintoma mais comum é a perda de memória, mas a doença afeta desde a resolução de problemas e execução de tarefas que antes eram fáceis, até mudanças de humor, confusão para identificar pessoas, lugares, eventos e até mesmo imagens. Ou seja, é como se a mente fosse se apagando

Texto e foto: Cledivânia Pereira

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Heading 3

Quer saber mais sobre essa pesquisa?

Leia AQUI!

Click abaixo que a gente conta!

Quer saber mais sobre o RN?

Produção WebStories: Cledivânia Pereira
Fotos: Unsplash
saibamais.jor.br