TRABALHO

Nome de Jean Paul ganha força para comandar ministério ou Petrobras no governo Lula

Após acompanhar o presidente eleito Lula (PT) na Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27) e ser anunciado para grupo temático na equipe de transição, o nome do senador Jean Paul Prates (PT) ganha força para compor o alto escalão do governo Lula, no Ministério de Minas e Energia ou na Petrobras.

A imprensa nacional tem apontado o senador como possível indicado para comandar a estatal, mas não descarta, também, que ele assuma o Ministério. Em matéria publicada nesta quinta-feira (17), a Folha de São Paulo destacou que a “equipe de transição em energia tem perfil técnico, mas mercado espera ministro político”.

A matéria ressalta a “visão moderna” do senador potiguar que, apesar da longa trajetória em óleo e gás, possui vasta experiência na área de energias renováveis e se estabeleceu como um legislador da causa.

Não obstante toda a especulação, o parlamentar tem sido discreto. “Recebo com grande honra a indicação oficial pelo vice-presidente Geraldo Alckmin para integrar o grupo de Minas e Energia no governo de transição do presidente Lula. Tenho a certeza de que ao lado dos demais colegas faremos um excelente trabalho para o nosso Brasil”, disse pelas redes sociais.

Geraldo Alckmin e Jean Paul Prates. | Foto: Reprodução/Redes sociais

Atual líder da Minoria no Senado, Jean Paul acumula mais de 25 anos de trabalho nas áreas de petróleo, gás natural, biocombustíveis, energia renovável e recursos naturais. Atua no setor desde a década de 1980, tendo sido presidente do Sindicato das Empresas de Energia do Rio Grande do Norte (SEERN) e do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERN). 

Também foi secretário Estadual de Energia durante o governo Wilma de Faria e suplente da então senadora Fátima Bezerra (PT), assumindo a cadeira quando ela tomou posse como governadora, em 2019. 

Concorreu à Prefeitura de Natal, em 2020, e abriu mão de disputar vaga no Senado em nome da aliança com Carlos Eduardo (PDT), candidato escolhido pela chapa de reeleição de Fátima.

No Senado, foi autor do projeto que cria o Marco Legal para a geração e exploração de energias renováveis no mar (offshore) e preside a Frente Parlamentar de Recursos Naturais e Energia.

Também é de sua autoria o Projeto de Lei nº 1425/22, que disciplina o armazenamento permanente de dióxido de carbono, promovendo a captura de CO₂ da natureza e contribuindo para a redução dos gases de efeito estufa. 

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