Potiguar deixa governo Fátima e assume cargo em órgão ligado à Presidência da República
Natal, RN 13 de abr 2024

Potiguar deixa governo Fátima e assume cargo em órgão ligado à Presidência da República

15 de fevereiro de 2023
3min
Potiguar deixa governo Fátima e assume cargo em órgão ligado à Presidência da República

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O mossoroense Nilson Florentino Júnior foi nomeado nesta terça-feira (14) como diretor de políticas públicas transversais de juventude da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), órgão que faz parte do guarda-chuva da Secretaria-Geral da Presidência. 

Florentino, de 27 anos, atuava anteriormente como subcoordenador de Articulação Institucional da Juventude, dentro da Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (Semjidh) do governo Fátima Bezerra (PT). 

Com trajetória no movimento estudantil, foi diretor LGBT da União Nacional dos Estudantes (UNE) e hoje também é secretário nacional adjunto da Juventude do PT. No currículo, carrega a formação em Licenciatura em Educação do Campo com habilitação em Ciências Humanas e é pós-graduando em Gestão Pública, pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa).

O potiguar chegou a ser um dos cotados para comandar a SNJ, mas o posto ficou com o carioca Ronald Sorriso. Para Florentino, que fez parte da equipe técnica de juventude do governo de transição, assumir o novo cargo em Brasília representa uma honra. 

Na equipe, diz ele, os membros conseguiram “fazer um levantamento da atual situação e também do tamanho dos desmontes que foram feitos à SNJ e à política de juventude nos últimos seis anos.”

“Minha trajetória sempre se deu a partir do processo de emancipação, por conta das políticas públicas que foram elaboradas e implantadas pelos governos Lula e Dilma”, afirma.

Na nova função, explica o potiguar, caberá à pasta retomar a articulação da SNJ com outros ministérios, e também a volta do Comitê Interministerial de Políticas para Juventude, que vai reunir todos os órgãos do primeiro escalão. 

“Para além disso, retomar de forma estratégica e organizada a relação junto aos gestores estaduais e municipais de juventude, como também dialogar com o Legislativo; estimular o processo de criação dentro da Câmara e do Senado da Frente Mista de Políticas da Juventude, acolher as demandas dos Estados, que durante muito tempo foram negligenciadas”, aponta.

O novo fôlego à SNJ, afirma ele, faz parte de um “clamor” dos outros Poderes. 

“Os gestores de juventude tanto clamaram por iniciativas, por medidas de relação institucional com o órgão gestor federal”, comenta, ao lembrar que também está contribuindo com a reformulação de programas e projetos que serão lançados no governo.

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