TRABALHO

Após 20 anos, TJRN anuncia concurso público para níveis médio e superior

Passadas duas décadas do último concurso público, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte autorizou – durante reunião do Pleno nesta quinta-feira (09) – a abertura do processo seletivo para cargos efetivos nos níveis médio e superior – esse último para a área de Tecnologia da Informação.

O último concurso para servidores realizado no TJRN ocorreu em 2002, com convocações feitas até 2006. Ainda não há informações sobre a quantidade de vagas a serem oferecidas, mas a expectativa é que o edital seja lançado no segundo semestre de 2022. O grupo, sob a presidência e coordenação dos trabalhos do desembargador Amaury Moura Sobrinho, conta com a participação de um juiz de primeira instância e cinco servidores. O magistrado Rosivaldo Toscano é o substituto do presidente da comissão em eventuais ausências ou impedimentos.

Os desembargadores formaram uma comissão especial para planejar o concurso e um plano de trabalho – que inclui a contratação da empresa responsável pela realização do concurso – deve ser apresentado em 60 dias. “Precisamos recuperar parte de nossa força de trabalho, pois nesse tempo tivemos aposentadorias de pessoal qualificado e as vagas não foram repostas”, observa o presidente da Corte Estadual de Justiça, desembargador Vivaldo Pinheiro.

O dirigente da Justiça potiguar lembra que os desafios atuais são complexos e exigem uma força de trabalho cada vez mais qualificada e profissional. Do concurso de 2002, a última convocação de servidores ocorreu em 2006.

Em relação à parte de TI, esta é uma mão de obra especializada que o Tribunal não tem em quantidade suficiente em seus quadros, um tipo de profissional cada vez mais valorizado, ainda mais pós-pandemia. Há vários sistemas na estrutura do Poder Judiciário, por isso a necessidade de aprimorar esta equipe, para o acompanhamento das exigências tecnológicas atuais e futuras. Todos os sistemas são eletrônicos e são diversos, do próprio TJ ou do CNJ. “O serviço prestado pela Justiça é extremamente técnico, exige a necessidade de constante atualização, qualificação e preparo”, reforça Vivaldo Pinheiro.

 

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