Ambulantes

Em pleno 2017, a Intendência age como se Natal ainda fosse uma ‘fazenda iluminada’ (pelas tochas da Operação Cidade Luz), com um coronel na porteira.

Um país onde a inteligência é suspeita

De uma hora para outra, ser um energúmeno se tornou chic. Expor, publicamente, nas redes sociais, sua absoluta falta de noção se tornou regra.

Quem tem medo da regulação da mídia?

Defendida por setores da esquerda e pelos ex-presidentes, Lula e Dilma Rousseff (PT), a proposta é interpretada por alguns como artifício de censura e controle de conteúdo por parte do Governo. Mas, afinal, quem tem medo da regulação?

A habilidade (e a dificuldade) de andar pelas calçadas da cidade

Em Natal, a prefeitura tem se esquivado de promover as adequações necessárias à acessibilidade nas calçadas, ao argumento de que a execução de tais obras são de responsabilidade dos proprietários dos imóveis respectivos.

Feminismo e antiproibicionismo

A vida das mulheres pobres brasileiras passa hoje, sem duvida, pelo fim da dita ”Guerra as drogas”.

Eveline Sin escreve às quartas-feiras na agência Saiba Mais

toda mulher

toda mulher é uma casa prestes a ser erguida. em qualquer terreno. areia, barro, veneno. movediça. uma mulher se levanta. tem paredes largas. muitas sem reboco. outras cheias de ouvidos.

Terra arrasada

Pela primeira vez o governo federal suspendeu titulações de áreas quilombolas por tempo indeterminado, desde que essas terras começaram a ser regularizadas em 1995.

Mangas

Se o povo não pode nem pia na putaria cívica nacional, seu Antonio ilustra o distanciamento. Não foi ao golpe. Não vai às ruas cortar cabeças de corruptos nem vai reformar o Congresso no voto.

Catalunha: um exemplo de cidadania

Num momento que precisamos constituir uma cidadania global, para salvarmos a própria espécie de extinção, não me parece que a aposta em nacionalismos e regionalismos, que só faz nos dividir, ainda mais, seja a solução

O tribunal nosso de cada dia

O jornalismo declaratório mata a essência da busca pela verdade. Preguiçoso, prefere dar vazão a versões prontas e cômodas, a apurar e se aprofundar nos fatos, para confirmá-los ou revelá-los distintos da versão oficial.

Confissões inconfessáveis dos ladrões de sonhos…

O Golpe roubou não só o mandato da presidenta Dilma. Foram os sonhos de uma vida melhor dos brasileiros. Foi o voto, a confiança de um país num projeto de nação que foi usurpado. Por isso agora os chamo de “ladrões de sonhos”.