Agentes de Segurança do RN batizam comitê popular de luta com nome de guarda municipal assassinado por bolsonarista
Natal, RN 22 de abr 2024

Agentes de Segurança do RN batizam comitê popular de luta com nome de guarda municipal assassinado por bolsonarista

19 de julho de 2022
3min
Agentes de Segurança do RN batizam comitê popular de luta com nome de guarda municipal assassinado por bolsonarista

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O guarda municipal Marcelo Arruda, assassinado pelo bolsonarista Jorge Guaranho em Foz do Iguaçu por celebrar o próprio aniversário com o tema da festa em alusão ao ex-presidente do Lula, será homenageado em Natal (RN). O nome dele vai batizar o Comitê Popular de Luta do setorial de Segurança Pública. O lançamento acontece nesta quarta-feira (20), a partir das 18h, na rua Itamarati de Minas, 2957, no conjunto Pirangi, em Neópolis.

Delegado de polícia civil e um dos líderes do Movimento dos Policiais Antifascismo no Rio Grande do Norte, Fernando Alves é pré-candidato a deputado federal pelo PT e destaca que a homenagem a um colega da área mostra que os comitês populares de luta organizados em todo o país vão além de preparação para a campanha de Lula à presidência da República:

- A formação desses comitês segue orientação nacional mas não só para a defesa da pré-candidatura e futura campanha de Lula e sua volta à presidência, mas reforça a defesa da democracia mesmo diante da realidade dantesca que se encontra o país com total desagregação do tecido democrático em razão do avanço populista do bolsonarismo. Aliás, avanço que culminou com o processo previsível da violência politica envolvendo operadores de segurança, já que o Marcelo Arruda, morto por um bolsonarista, era guarda municipal e o próprio assassino, Jorge Guaranho, é um policial penal”, disse.

Fernando Alves é delegado e um dos líderes do movimento dos Policiais Antifascismo no Rio Grande do Norte / Foto: reprodução

Os policiais do campo progressista no Rio Grande do Norte querem transformar o comitê num espaço físico de resistência e debate sobre a perspectiva de Segurança Pública defendida pela esquerda brasileira, o que inclui uma polícia mais humanizada, a defesa dos direitos humanos e outras pautas:

- Simboliza não apenas uma estratégia eleitoral partidária, queremos criar espaço de fomento e debate sobre a campanha do Lula e sobre questões de segurança publica cidadã na perspectiva que a esquerda defende. Será um espaço de resistência pacifica a todo universo de violência que está ocorrendo”, afirmou.

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