Para ministro da Educação, não há necessidade de greve agora
Natal, RN 23 de mai 2024

Para ministro da Educação, não há necessidade de greve agora

16 de abril de 2024
2min
Para ministro da Educação, não há necessidade de greve agora

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“Greve, para mim, é quando não há mais diálogo, quando se encerraram as negociações ou toda e qualquer possibilidade de melhorias”, disse o ministro de Educação Camilo Santana, em reunião da Comissão de Educação do Senado, nesta terça-feira (16). Para o ministro, o grande problema da greve é o prejuízo para o Brasil e para os alunos.

Camilo reclamou da greve nas universidades e institutos federais e lembrou que o governo deu reajuste de 9% para toda administração pública no primeiro ano, após seis anos sem reajuste. Entretanto, o ministro afirmou que o governo deve disponibilizar novos recursos para atender as demandas dos servidores técnico-administrativos e professores das universidades e institutos federais. As categorias estão em greve em boa parte do país, inclusive no Rio Grande do Norte.

Confirmada: Greve dos professores da UFRN começa na segunda-feira (22)

“O governo já sinalizou com recursos adicionais para que a gente possa negociar com os servidores técnicos e servidores, a questão, não só do plano [de cargos e salários], mas também do reajuste salarial para essa categoria”, afirmou Santana. Nova proposta deve ser apresentada na sexta-feira (19).

Ele disse que o governo tem se esforçado para encerrar o movimento grevista e ressaltou que o MEC não tinha mais condições de, por conta própria, aumentar a proposta para os servidores.

“O orçamento do MEC não comporta nenhuma mudança mais de qualquer incremento, seja em pessoal ou para servidor. Então, será uma complementação orçamentária pelo espaço que o arcabouço fiscal já tem”, explicou o ministro, sem antecipar o valor que teria sido reservado para os professores e técnicos administrativos das instituições federais de ensino.

Camilo Santana informou que esse anúncio será feito pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, que lidera a negociação com os servidores.

Com informações da Agência Brasil.

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