RN não tem prazo para receber novo lote de vacinas adquiridas pelo Governo Federal
Natal, RN 15 de jul 2024

RN não tem prazo para receber novo lote de vacinas adquiridas pelo Governo Federal

22 de janeiro de 2021
RN não tem prazo para receber novo lote de vacinas adquiridas pelo Governo Federal

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Não há oficialmente por parte do Ministério da Saúde nenhuma manifestação aos governadores sobre o envio de novas doses para dar continuidade ao Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19. A afirmativa é do secretário de Estado da Saúde, Cipriano Maia. Mas “há uma expectativa de que até o final da semana isso possa ser anunciado”.

Nesta sexta-feira, 22, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decide sobre o segundo pedido de uso emergencial da vacina produzida pela chinesa Sinovac. Além de 4,8 milhões de doses do imunizante produzidas e envasadas no Brasil pelo Instituto Butantan, o país aguarda a chegada de 2 milhões de doses encomendadas da Índia do imunizante Oxford/Astrazeneca.

Como não há pronunciamento oficial não se tem também uma projeção do número de doses que os Estados deverão receber. Se confirmadas as 6,8 milhões de vacinas e os critérios de distribuição forem os mesmos, o Estado do Rio Grande do Norte teria uma segunda remessa em um número um pouco superior ao primeiro lote. Ainda assim, seria suficiente apenas para completar a vacinação dos profissionais da saúde e iniciar a segunda fração da primeira fase de imunização, incluindo os idosos com mais de 75 anos.

O grande anseio é pela liberação dos insumos da China que vão possibilitar tanto a produção do Butantan, como da Fiocruz. Aí sim teríamos o potencial de produção pelos dois institutos públicos de 1,5 milhões de doses por dia”, avalia Cipriano.

Segundo o secretário, o Governo do RN, através do Consórcio Nordeste, já iniciou contato com o laboratório União Química para aquisição da vacina de origem russa Sputnik V. Essa vacina, no entanto, depende de autorização da Anvisa.

É bom deixar claro que a postura dos governadores e secretários de Estado é que toda a aquisição e produção das vacinas devem ser incorporadas pelo Sistema Único de Saúde, pelo Plano Nacional de Imunização”, ressalta.

Somente no caso de não viabilização pelo Ministério da Saúde é que os Estados, que já têm autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), deverão buscar as aquisições diretamente com as farmacêuticas.

O Estado conta hoje com um pouco mais de 82 mil doses de uma vacina: a Coronavac para combater um vírus que já matou ao menos 3.223 pessoas no Estado, segundo o balanço mais recente da Sesap.

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